Sábado, Dezembro 12, 2009

Ska


Trecho das músicas

A capa - As letras - sinopse - Cd - Dvd - Compare - Preços

hepcat hepcat-2

Nata do ska americano…Ska pra te fazer feliz…

Hepcat – 1996 – Scientific

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Hepcat – 1998 – Right On Time


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Hepcat – 2000 – Push’N’Shove


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Hepcat – 1993 – Out Of Nowhere (Re-released 2004


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PARTE 1

PARTE 2

Source: http://alternativareggae.wordpress.com/category/ska/


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Sexta-feira, Dezembro 11, 2009

March of the Zapotec

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Sexta-feira, Novembro 20, 2009

Mentiras que a Luz nos conta 2

Eu posso estar enganado... óbvio que minha memória pode estar com certeza me falhando claro. Mas eu me lembro que em outros tempos, teve um dia que eu conheci um cara... um cara louco, até diria à beira da insanidade que cuspia em cima do ouro dos tolos e resistiu por ser forte. Este cara que eu conhecí, não queria nem luz, nem paz, nem perdão. Queria, esperto; é amor. Mas o amor não é suficiente. O incoerente mal sabia o que queria. Buscava era a luz, a linda luz que vem do amor iluminado que esbofeteia a cara dos ignóbeis. Coisas que o espaço nunca há de compreender. O espaço conforma, abriga, pode até acolher, conforta e assenta, porém, ele não ama. O espaço não possui abrangência suficiente, nem é absoluto o suficiente. Os tolos o percebem como uma totalidade. Mas as coisas esperneiam e se espalham pela ilusão que ele é desenfreadas, do jeito que quiserem. Tudo bem. É para isto que ele foi feito, e as trajectórias continuam.
Como tudo na vida depende muito de se saber quando partir, ela assim o fez. Ela, há muito tempo já tinha se ido e ele talvez sem saber, também.
Inicia-se uma longa e longínqua busca. Os anos passaram e envelhecemos nesta trilha. Refazendo uma antiga canção.
Nem paz, nem perdão; só luz para iluminar de novo. E aí, tudo está certo e o que acontece o tempo todo, se derrama por este caminho. Os fatos são justos. O fato é obrigado a estar justo. Acondicionado nesta justa intrínseca (texto). Qualquer.

****

[papaimonstro]




Mentiras e Verdades Vórtex

Eu sou um monstro. Sou [Papaimonstro] e eu sei. Este homem mente. Mente firme. Mente forte. De forma deslavada, com todos os dentes que tem na boca. A verdade, é que toda coisa se trata de uma genial arquitetura, um bordado dos deuses. No final, não passa apenas de mais uma ilusão por que nós somos desconhecidos, somos inesperados, tardios. Manhãs escurecidas prelúdios de fulminantes temporais. Estamos, na maioria das vezes apenas de passagem por nossas existências. Uma grande mentira composta de pequenas verdades. Verdadezinhas remendadas que fui confirmando, provando de sua veracidade ao longo de um período de tempo. Assim, elas me fizeram comprar esta puta sacanagem que ele arquitetou para mim. É assim que as maiores mentiras são criadas, geridas e frutificam. Desta forma, minha crença equivocada em sua imensa mentira compra minha destruição através da fé falsificada que foi plantada em mim. E ele segue mentindo. Mente com seus punhos que quebram minhas costelas, ferem meus órgãos vitais. Mente com seus olhos, que transmitem a certeza de que meu fim está perto. Mente com seus braços, que usa para arremessar-me nas paredes e degraus desta caverna cheia de falsidades onde tudo é sempre igual, sem saída. Mente. Maldito falso e mentiroso. Meus dentes esfarelam-se apos um chute pulverizador. Já não tenho olhos para ver, nem boca para falar. Minhas pernas não caminham e sim sacodem-se em espasmos. Estou todo sujo de excrementos e sangue tudo produzido por mim, culpa da mentira de Dascopen. Mas eu tenho a chave desta prisão. Compreendo sua ilusão, sua mentira. Agora estou seriamente, procurando uma saída. Ah, como fui tolo. Procurava uma saída onde fui mandado procurar. Havia comprado a mentira do começo ao fim. Os nichos, a sala circular com sua abóbada, o fogo no centro de tudo, os túneis, os degraus da comprida escadaria. Mentira, tudo mentira. Em nenhum destes lugares existe escapatória, saída. Procurar o escape nestes lugares é coisa de idiotas. Coisa de gente que adora uma mentira. Pessoas morrem em troca de viver uma boa mentira bem contada. Em nome da minha existência, em nome de Zylibitch, Elyse e Igor meu filhão estripador eu precisava sair dali. Tudo que me era necessário era apenas um buraco em direção ao caos. Caminhei cego, mãos estendidas à frente, dedos quebrados, dormentes. Ele calmamente caminhando atrás de mim. Cheguei a uma parede, ao lado de um nicho. Não queria o nicho, queria a parede. Encostei minha cabeça inchada nela, cuspi numa pedra incrustada na argamassa que fumegou, puxei a pedra usando dois dedos e com a outra mão senti um buraco. Aproximei minha boca do orifício e sussurei:
– Chaos... caos! Achei que estava tão longe... tão fina é esta parede, mais frágil ainda esta mentira que fui levado a acreditar... mais frágil ainda é o corpo deste tolo arrogante que acreditou em mentiras. Vem, vém!
E naquela seção da parede, as pedras foram sugadas pelo breu e uma imensa janela assimétrica, disforme foi recortada a partir daquele pequeno buraco aonde sussurrei minha pequena verdade. E assim, como se estivesse frente a um teatro desconstruído, neste vão abriu-se o mais sólido cenário. O mais belo dos belos cenários. A liberdade prometida, que todos os monstros, silenciosamente morrem sem possuir. Lá estavam as luzes, as miríades de estrelas e energias, meus vórtex, meus buracos negros, meu fim, meu esquecimento, meu início. Lindo, lindo, coisas que brilham e produzem energias longe, bem longe de Deus. Dascopen para não ser sugado se plantou bem firme no seu chão. Eu, que queria mesmo era ir embora, lancei-me, fui sugado. Depois, foi tudo fácil e algumas eras ou horas depois, estava novamente em casa com meus vermes. Não sei se levei aquela cidade comigo. Sei que há muito ela não existe mais. Não foi a última vez que encontrei o ilusionista. Há muito o que contar? Talvez não. O que há de novo sob o céu fora as mentiras que a luz nos conta?


Texto parcial parte 4 de 4 fonte: http://papaimonstro.blogspot.com/


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Terça-feira, Novembro 03, 2009

Grateful Dawg - Friend of The Devil


Friend of The Devil

Valente

Não se engane com o título da música, pois ela fala de muita coisa divina e pura. Só uma pessoa que sabe se auto avaliar e tem o coração cheio de amor se diz amigo do diabo. Não seja superficial, vá fundo e entenda. A+B pensante. Quem é mau, nem sabe o que está acontecendo, só age. Quem tá no inferno não sabe que está lá. Salto agora e penso, que se existissem demónios eles nunca se avaliariam assim tão negativamente, quando muito, se interpretariam como anjos, como colaboradores, mestres, policiais, professores... e assanhando a palavra, entenderiam-se como agentes de um indefinível bem maior. As pessoas boas e conscientes sabem que existe uma sombra dentro. Trevas, teias de aranha, rancor, fedor, tédio, ódio ... todos enganados em nome do amor, que é maior e desconhece o número 1. Cada qual avalie como quiser, mas no final, cada um há de ter que se confrontar à seu modo e dentro de seu contexto único com o mal. Não tem como evitar a dança. A eterna valsa com o capeta, isto é, o diabo, nosso velho mal, a velha chaga. Aquela coisa feia que vive dentro da gente e a adoramos. Quem diz que é santo mente feio. Quem nega seu mal é condenado invariavelmente a submeter-se a ele. Quem assume seus demónios está sendo inteligente, chega mais perto de seu Deus. É assim que nos assumimos lúcidos esclarecidos, humildes e valentes.

Agora você sabe porquê esta música Friend of The Devil é tão famosa e cultuada. Sem falar nas notas musicais... simples bem encaixadas profundas. Pode ser que um esteja conhecendo ela hoje e ao entrar neste post estranhe as minhas palavras, mas isto não é motivo de susto. As coisas estão no mundo a gente só precisa aprender. Eu mesmo não sei de nada. Estou a aprender. Coisas belas e simples como estas músicas que menciono aqui. Simples, mas não por isto há de se menosprezar a grandiosidade que elas invocam. Uma música sábia e gigante faz você ganhar o seu dia. Harmonia que chega aos pináculos do prazer auditivo, arranhando as barbas do nosso Deus. Fazendo sorrir eu e você.

Cantei um trecho desta música no meu violão. Estudei ela um pouco. Eu tenho um jeito bem simples de tocar e sendo assim, gosto muito. Querendo ouvir segue o link. Não esqueça, não esqueço... e eu tô sempre por aí. Percorrendo as terras descampadas, indo e voltando como tanta gente, sabendo que isto é hilário bazófia... sem ter aonde ir.

Friend of The Devil versão yk

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Quinta-feira, Outubro 15, 2009

Guetho number 9 - Schwartzenegger ou Schopenhauer?

A capa - As letras - sinopse - Cd - Dvd - Compare - Preços

Este é um filminho que pode ser que você acha que viu, mas não tem como pois, você como eu, pode haver de ter imaginado. Nunca existiu fora agora. Chegou à realidade somente agora. Então este vôo livre nunca foi exposto até este ano. E como agora é neste instante; que já tá passando, realize-se e encontre as respostas para algumas herméticas perguntas. Watson Portela sabe. Filme lindo e perfeito.

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Sexta-feira, Outubro 02, 2009

Eterno Retorno e Raulzito [2009]

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Sexta-feira, Setembro 04, 2009

Nightlife

A capa - As letras - sinopse - Cd - Dvd - Compare - Preços


Thin Lizzy

Veja o BLOG do: yellow_kido

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Hard Rock Clássico

Phil Lynott, baixista. A alma do Thin Lizzy.
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A banda é reconhecida como uma das primeiras bandas de rock a empregar a "double lead guitar harmony", uma técnica pioneira do Wishbone Ash, na Inglaterra e Lynyrd Skynyrd e Allman Brothers, nos Estados Unidos. Esta técnica foi refinada e popularizada, mais tarde, pelas bandas do " New Wave of British Heavy Metal". Judas Priest e Iron Maiden, principalmente.

O irlandês Phillip Parris Lynott, negro, filho de mãe irlandesa e pai brasileiro que o abandonou com poucas semanas de vida, cresceu num ambiente dominado pelas forças britânicas, conflitos entre católicos e protestantes, além de guerrilhas internas entre o exército britânico e o grupo terrorista IRA. Anos depois, já morando com sua avó na Inglaterra, convivendo com a pobreza, falta de escolas e brigas de rua, o jovem Phil resolve tentar carreira no boxe.

Cansado de se lascar no ringue, monta uma banda de rock n´roll. O "Thin Lizzy" iniciou suas atividades em 1969, na cidade irlandesa de Dublin, tendo em sua formação inicial Phil Lynott (baixo e vocal), Brian Downey (bateria) e Eric Bell (guitarra). Com o passar dos anos, foram se tornando muito queridos pelos fãs e imprensa especializada. Sempre contou com grandes músicos em suas inúmeras formações e lançaram trabalhos realmente excelentes, com várias canções que se tornaram clássicos e entraram para a história do hard rock.

“Live And Dangerous” foi lançado em 1978 e apresenta em seu repertório, com algumas exceções, músicas dos álbuns “Nightlife” de 74 até “Bad Reputation” de 77. As gravações deste álbum ao vivo foram selecionadas das excursões que o Thin Lizzy fez entre 1976 e 1977 e a maioria das canções de “Live And Dangerous” foram retiradas de três apresentações no Hammersmith Odeon de Londres em novembro de 76, durante o fim da excursão do disco “Johnny The Fox”.Uma vez no mercado, chegou ao segundo lugar nas paradas britânicas e até hoje está sempre muito bem cotado entre as mídias especializadas ao redor do mundo, sendo que em algumas destas o álbum fica em primeiro lugar, sendo o “melhor álbum de rock ao vivo de todos os tempos”. É perfeitamente compreensível toda esta badalação, afinal este disco possui praticamente a nata do que a banda compôs. Ótimas canções embaladas pela bela voz negra de Phil. Bom à qualquer hora, mas bate firme mesmo é em noites quentes de sexta-feira iluminadas pelas luzes amarelas de postes e neon. Funciona bem também em manhãs de céu azul.



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Trecho das músicas


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Domingo, Agosto 23, 2009

E-Books


Schopenhauer - Dores do Mundo


Os Guinness - Sete Pecados Capitais


Demetrio Magnoli - Historia das Guerras


Varios Autores - Classicos do Sobrenatural


Sete Ossos e uma Maldicao




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Daughtry 2009


A capa - As letras - sinopse - Cd - Dvd - Compare - Preços

01. You Don’t Belong
02. No Surprise
03. Every Time You Turn Around
04. Life After You
05. What I Meant To Say
06. Open Up Your Eyes (MISSING)
07. September
08. Ghost Of Me
09. Learn My Lesson
10. Supernatural
11. Tennessee Line
12. Call Your Name

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Banda americana que tem como líder Chris Daughtry, concorrente do American Idol.“Leave This Town” é o primeiro disco de Chris com os companheiros de banda Joey Barnes (bateria e piano) e Josh Paul (baixo), além dos guitarristas Josh Steely e Brian Craddock. Juntos, eles aparecem em performances inspiradas, unidas por refrães poderosos. Leave This Town também traz contribuições estelares de Chad Kroeger, do Nickelback.

Veja se gosta de: “No Surprise”, “Life After You” e “What I Meant to Say”



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Pica-Pau Dublado [2009]

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Humbug

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Cañas - Hein

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Sexta-feira, Agosto 21, 2009

Idoru

Idoru, escrito por William Gibson, é um excelente romance de ficção científica, que leva os leitores ao minúsculo espaço da nanotecnologia – minúsculo, porém responsável por grandes revoluções. É um livro de verdade que fala de coisas “que não existem”. Ou seja, de coisas que acontecem no ciberespaço, termo criado pelo próprio Gibson em 1984 e publicado em Neuromancer, livro de grande sucesso. Ciberespaço é um termo utilizado pelos usuários da internet como sinônimo de rede, lugar onde acontecem coisas incríveis em um mundo (ou em mundos) novo e imprevisível.
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O Cardume - Frank Schatzing

Durante séculos os homens exploraram a natureza. Sem o menor cuidado esgotaram seus recursos, dilapidando um sistema absolutamente equilibrado. Mas o contra-ataque chegou. Vírus desconhecidos ameaçam a vida de milhões. Furacões inesperados causam destruição. Mas, no thriller de Frank Schätzing, é o mar o instrumento de vingança.
"O Cardume" revela uma ameaça inimaginável vinda dos oceanos, pronta para atormentar a humanidade. Schätzing encena a insurreição mundial da natureza contra o homem num cenário catastrófico global entre a Noruega, o Canadá, o Japão e a Alemanha. Um romance repleto de dramas psicológicos e políticos com um final de tirar o fôlego.
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Um Pouco de Seu Sangue


O nome de Alfred Hitchcock desperta, em qualquer pessoa com algum gosto pelo cinema, a lembrança de filmes como UM CORPO QUE CAI, O HOMEM QUE SABIA DEMAIS, PSICOSE, JANELA INDISCRETA e outras obras-primas do suspense. E, para um número já bem grande de felizardos amantes do gênero, não passou despercebida a obra HISTÓRIAS QUE MAMÃE NUNCA ME CONTOU, na qual Hitchcock reuniu, com a mesma sensibilidade demonstrada em seus filmes, uma série de contos em que o inesperado, o suspense e até o sobrenatural tomam parte, mantendo o leitor preso do início ao fim das narrativas.
Em seqüência àquele livro surge agora UM POUCO DO SEU SANGUE E OUTRAS HISTÓRIAS, uma coletânea com narrativas tão ou mais excitantes que as anteriores e destinadas à mesma aceitação e repercussão entre os apreciadores do gênero.
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Fausto Wolff - O Acrobata Pede Desculpas e Cai

O livro é de Fausto Wolff, um dos meus escritores prediletos, jornalista e escritor, Fausto faleceu, deixando uma obra reconhecida até mesmo pela intelingenttisia brasileira na área das letras, ganhou um Prêmio Jabuti com o romance A mão esquerda.
Em O ACROBATA PEDE DESCULPAS E CAI, como não poderia deixar de ser, o protagonista é um personagem sem nome, que é visto como um animal curioso pelo absurdo zoológico do mundo em que vivemos.
Mas esse animal excessivamente humano, que tem desejos, que transa com as mulheres dos granfinos, gradativamente, mas não sem violência, vai sendo alijado da nossa sociedade, onde tudo depende do dinheiro e do status social.Desempregado, o jornalista procura sobreviver, pede dinheiro a uma garota que transa com ele, mas que o ajuda com desprezo.
Não há convívio possível entre o jornalista e a manada feroz, outra vez transcrevo.
Há dor, há solidão, há escatologia no livro extremamente bem escrito, com trinta e sete capítulos pequenos em apenas 124 páginas. Fato que ressalto pois Fausto Wolff costumava ser copioso em seus romances, seus livros de contos também são pequenos, mas seus romances nunca tinham menos de 250 páginas.
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Quinta-feira, Agosto 13, 2009

Born To Be Alive


(Link indisponível)

Born To Be Alive foi uma música que na era disco foi muito executada. Lembrei desta maldita música ao baixar "Top Of The Pops". No meio de tantas coisas udigrudi que eram daquela época... tranqueiras inovadoras... aiaiaiaaaa... esta música de Patrick Hernandez acho eu, acho que era este o nome do cantor... Bem no meio daquele mainstream disco, Led Zeppelin, post beatles a maldita música "Born to Be Alive" era executada sem dó nem piedade nas FMs brasileiras. Eram os famosos Jabás, coisas de promoters big mano "amigões". Resultado nunca odiei tanto uma música como odiei esta que menciono a vocês. A ironia é que hoje em dia em 2009, depois de toda a merda que inexplicavelmente violou meus ouvidos, dou o braço a torcer e admito que aceito e gosto com ternura de "Born to be Alive" que era exaustivamente tocada desde o início do dia até às dez da noite e aí havia meia hora para ouvir algo de Led, de Pink e de Beatles.
Claro que se me derem chance creio que ainda consigo "suicidar" Patrick Hernandez.
Com certeja. Quer saber... som bom destes tempos é Thin Lizzy. Uma hora destas eu acho uns links para e ponho no blog.

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Sexta-feira, Julho 31, 2009

Discografia - crosby still nash & young

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So Far

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Looking Forward

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4 Way Street

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Déja vu

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American Dream


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Quarta-feira, Julho 29, 2009

Adrenalina 2


Crank.High.Voltage.2009.DVDRip.XviD-BeStDivX
Size: 697.97 MB

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Terça-feira, Julho 28, 2009

Células cardíacas conseguiram reparar corações doentes de animais



Metade das células cardíacas renovam-se ao longo da vida


Uma equipe de cientistas descobriu uma maneira de obrigar as células do músculo cardíaco de ratos e ratinhos vivos a proliferarem e a produzirem tecido cardíaco saudável após um enfarte, reparando os danos. Se se revelar aplicável aos seres humanos, o resultado, publicado hoje na revista Cell, poderá abrir o caminho a um tratamento regenerativo simples do coração.

Até há pouco tempo, pensava-se que as células do músculo cardíaco dos mamíferos eram incapazes de se regenerar para além da vida embrionária e neonatal. Mais recentemente, descobriu-se que essa proliferação celular se mantém ao longo da vida adulta, embora a níveis baixos. Segundo diz em comunicado Bernhard Kühn, da Universidade de Harvard e co-autor do artigo hoje publicado, cerca de metade das células cardíacas renovam-se ao longo da vida.

Kühn e colegas analisaram diversas moléculas conhecidas pela sua capacidade de induzir a proliferação das células do músculo cardíaco durante o desenvolvimento pré-natal. Uma delas, a NRG1, revelou-se a mais eficaz. A seguir, fizeram variar a dose de NRG1 administrada a animais vivos e viram que conseguiam assim regular a proliferação das células cardíacas. E mais: nos animais que tinham sofrido um ataque cardíaco, a administração de NRG1 promovia a regeneração do músculo cardíaco, levando a uma melhoria da função cardíaca.

"Tanto quanto sei", diz Kühn, "esta é a primeira terapia regenerativa que pode ser aplicada de forma sistémica. Com base no que sabemos, [a NRG1] é um candidato promissor." Talvez um dia, vislumbra, os doentes cardíacos possam ir ao hospital receber uma infusão de NRG1, ao longo de várias semanas, para recuperar.

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Beija-flor acelera mais do que caças militares




Pesquisadores descobriram que o voo do beija-flor da espécie Calypte anna durante o acasalamento é comparativamente mais rápido que um jato em potência máxima ou até um ônibus espacial voltando à atmosfera. Foi descoberto que o pássaro, nativo da América do Norte, faz uma volta durante o voo que chega a suportar 10 vezes a força da gravidade – um piloto de jato, por exemplo, não agüentaria esta força G sem desmaiar.

A incrível aceleração do pássaro foi medida com o uso de câmeras de alta velocidade, que calcularam que o beija-flor macho, que tem apenas sete centímetros de comprimento, chegava a quase 93 km/h fazendo um “mergulho” no ar para impressionar as fêmeas.

A equipe da Universidade da Califórnia, que fez o estudo, afirma que o pássaro voa a 385 vezes o próprio tamanho por segundo, o que é mais rápido que um jato militar – que voa a 150 vezes o próprio tamanho, e um ônibus espacial, que voa a 207 vezes o próprio tamanho por segundo.

O fenômeno acontece quando o beija-flor está em época de acasalamento e uma fêmea chega em seu território. O macho então voa alto e faz um “mergulho” no ar. Quando chega ao fim do voo, quando tem sua maior velocidade, o pássaro produz um barulho alto com as asas do rabo, descrito como um “chio explosivo”.

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Sattel Battle - Barefoot Funk (2009)

01. Wapwap (Follow The Toilet Paper)
02. Early morning flight
03. Roundy
04. Leads United
05. On Weed rmx
06. Aldus vs. Krusty (Huxley vs. The Clown)
07. 2 Step Chase (Live @ Halu Club)
08. Dosomethingwithyourlife (Oxya rmx)
09. Reality Bites
10. Where are my boots (Barefoot Funk)
11. Sonic Sodomy (Sattel Battle rmx)
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Gênero: Eletrônica
Tamanho: 102,3 MB


Trecho das músicas



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Terça-feira, Julho 14, 2009

Reel Big Fish

A capa - As letras - sinopse - Cd - Dvd - Compare - Preços

Monkeys for Nothing and The Chimps 4 Free

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Sábado, Julho 11, 2009

Hypnotic Brass Ensemble - HYPNOTIC

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